Menino de 2 anos acorda durante seu próprio velório e pede água!
Reportagem original de 2012 · Revisão editorial de 17/10/2026
Um pai que acabara de perder o filho ouviu, segundo seu próprio relato, duas palavras impossíveis de esquecer: “Pai, água”. Em junho de 2012, a história de Kelvys Simão dos Santos, de dois anos, comoveu o país e levantou uma pergunta dolorosa: o menino teria despertado durante o próprio velório? A família relatou que sim. A investigação concluída pela Polícia Civil do Pará, porém, afirmou que ele já havia morrido no hospital. Conheça os testemunhos, a perícia e o que podemos — e não podemos — afirmar sobre o caso.
🧭 Nesta leitura você vai:
✓ Revisitar os relatos do pai, da avó e de testemunhas presentes ao velório.
✓ Conhecer a exumação, a interpretação policial e suas limitações documentais.
✓ Entender a denúncia de 2013 e o julgamento do habeas corpus em 2014.
✓ Refletir sobre as perguntas ainda abertas, com fé, respeito e discernimento.
O relato que comoveu o Brasil
Em 2 de junho de 2012, na ilha de Cotijuba, em Belém, no Pará, familiares e pessoas presentes ao velório de Kelvys Simão dos Santos relataram algo extraordinário: o menino, de apenas dois anos, teria apresentado movimentos e pedido água ao pai. Um depoimento posterior descreve que o próprio pai o colocou sentado no caixão. A história foi noticiada poucos dias depois, inclusive pela Folha de S.Paulo, em 6 de junho de 2012 .
Kelvys havia sido atendido no Hospital Regional Abelardo Santos, em Icoaraci, distrito de Belém, com febre e dificuldade para respirar. Sua morte foi declarada em 1º de junho de 2012. Segundo o noticiário da época, a declaração de óbito indicava insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.
O corpo foi preparado para o transporte funerário. Familiares afirmaram posteriormente que retiraram algodões colocados nas narinas e na boca da criança e abriram o invólucro em que ela havia sido transportada. Durante o velório, surgiram relatos de movimentos que alimentaram a esperança de que Kelvys estivesse vivo.
O que disseram o pai e as testemunhas
O pai, identificado nas primeiras notícias como Antônio dos Santos, contou que pessoas presentes tentaram realizar massagem cardíaca no menino. Segundo seu relato, a criança expeliu restos de algodão e depois disse: “Pai, água”. A pastora Maria Raimunda Batista também descreveu momentos de espanto e comoção entre os familiares.
Naquela ocasião, essas declarações explicam por que parte da comunidade considerou a possibilidade de um milagre ou de erro na constatação da morte. Contudo, um depoimento registra aquilo que a testemunha acreditou ver e ouvir; por si só, não estabelece a explicação médica do episódio.
O menino foi levado à unidade de saúde de Cotijuba, onde a morte foi novamente constatada. A dor da família e sua busca por explicações mobilizaram a investigação das autoridades.
A água, a posição sentada e o segundo atendimento
Em reportagem histórica recuperada pelo MixGospelNews, a narração afirma que pelo menos 60 pessoas estavam no velório. Uma mulher entrevistada relata ter percebido sinais que interpretou como vida, orientado o pai a agir e visto o momento em que ele colocou Kelvys sentado. Ela também afirma ter oferecido água à criança e observado um gesto que interpretou como deglutição. O trecho não comprova clinicamente que houve deglutição ativa, consciência ou retorno à vida.
A própria reportagem afirma que, no trajeto até a unidade de saúde, o pai conversou com o filho. Nesse trecho, porém, não ouvimos as palavras atribuídas à criança durante o deslocamento. A narração informa que ele chegou sem vida ao atendimento. A documentação disponível para esta revisão não permite estabelecer o horário preciso, os sinais clínicos verificados ou os procedimentos realizados na segunda avaliação.
Outro vídeo divulgado em 1º de setembro de 2026 traz o relato de uma mulher segundo a qual o local do velório ficava em frente ao posto de saúde. Não foi possível comprovar se essa era a localização em 2012, nem calcular o tempo efetivo de deslocamento. A imprensa da época também descreveu o transporte em motocicleta; os relatos não precisam ser necessariamente incompatíveis.
O suposto suor percebido no caixão, a posição sentada e a água merecem exame separado: a presença de umidade na pele não comprova transpiração ativa, e o movimento observado ao oferecer líquido não basta para demonstrar que ocorreu deglutição voluntária. Essas possibilidades não constituem conclusões periciais sobre Kelvys, nem resolvem os relatos de fala.
🔎 Entre o que foi vivido e o que pôde ser comprovado
O que está confirmado: Kelvys faleceu em junho de 2012; a família relatou acontecimentos que interpretou como sinais de vida no velório; a Polícia Civil investigou o episódio, inclusive com exumação, e divulgou sua conclusão em julho daquele ano. Mais tarde, houve denúncia criminal contra duas médicas e decisão judicial de 2014 que trancou a ação penal contra ambas.
O que permanece incerto: não temos o laudo pericial integral, os registros clínicos do segundo atendimento nem todos os depoimentos originais. Não é possível estabelecer, com esses materiais, a cronologia exata dos gestos relatados ou confirmar deglutição ativa e retorno à consciência.
Contraditório: familiares e testemunhas relataram aquilo que entenderam como sinais de vida. Em contraponto, a investigação policial concluiu que o menino já havia morrido no Hospital Abelardo Santos. O Tribunal de Justiça do Pará, ao examinar a acusação contra duas médicas, trancou a ação penal por ausência de justa causa suficiente; essa decisão não julgou os relatos do velório.
Limitações da apuração: a leitura apresentada se apoia nas fontes jornalísticas históricas, nos vídeos identificados e no acórdão disponível, sem substituir prontuários, laudos completos ou perícia independente. As observações sobre possíveis interpretações fisiológicas são hipóteses gerais, não diagnóstico retrospectivo da criança.
Investigação: a exumação e o laudo
23 de junho de 2012 — O corpo é exumado
A exumação ocorreu no cemitério de Cotijuba, com participação da Polícia Civil e de peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Foram coletadas amostras para exames. À época, a equipe explicou que as análises ajudariam a esclarecer as circunstâncias e o momento aproximado da morte.
Os investigadores também ouviram familiares, profissionais de saúde e pessoas que tiveram contato com o corpo. Uma reportagem de junho de 2012 registrou a expectativa dos pais por uma resposta.
24 e 25 de julho de 2012 — O laudo chega à investigação
Em 25 de julho de 2012, a imprensa informou que o Instituto Médico Legal havia concluído o laudo de exumação e o encaminhado ao delegado Rogério Moraes. Naquele momento, a apuração policial ainda estava em andamento. Portanto, a notícia de que as conclusões ainda não haviam sido divulgadas é um registro histórico daquela etapa, não a situação atual do caso. Veja a notícia de 25/07/2012 .
27 de julho de 2012 — Polícia anuncia sua conclusão
O delegado Rogério Moraes apresentou o resultado do inquérito policial: conforme a investigação e o laudo de exumação, Kelvys havia morrido às 19h40 de 1º de junho de 2012 , no Hospital Abelardo Santos. A conclusão policial não confirmou o alegado despertar durante o velório. Leia a cobertura da conclusão do inquérito .
Entre os elementos mencionados pelo delegado estavam o período em que o corpo permaneceu no saco cadavérico e o relato do avô sobre uma mancha escura nas costas do menino, associada ao livor mortis — alteração pós-morte causada pelo acúmulo de sangue nas regiões mais baixas do corpo. Para a autoridade policial, os sinais observados no velório foram interpretados de forma equivocada.
O delegado também procurou distinguir equívoco de má-fé: sua interpretação foi a de que os familiares não necessariamente mentiram ao relatar suas percepções. A conclusão do inquérito, contudo, contradisse a hipótese de que Kelvys tivesse voltado à vida.
O inquérito foi encaminhado à esfera ministerial. A história teve desdobramento documentado: em junho de 2013, o Ministério Público denunciou criminalmente duas médicas envolvidas no primeiro atendimento. Em dezembro de 2014, o Tribunal de Justiça do Pará determinou o trancamento dessa ação penal. O episódio, portanto, não terminou com a coletiva policial de julho de 2012.
Agosto de 2012 — O hospital volta a se manifestar
Em 13 de agosto de 2012, representantes do Hospital Abelardo Santos se pronunciaram publicamente e reafirmaram que a conclusão policial era compatível com a declaração de óbito. A manifestação foi noticiada em 14 de agosto de 2012 . Trata-se da posição pública da instituição, não de uma apuração independente adicional.
2013–2014: o caso chegou ao Poder Judiciário
Em 21 de junho de 2013, o Ministério Público do Estado do Pará apresentou denúncia contra as médicas Elis Regina da Silva Vilaça e Gisele Iroleida Filocreão Garcia da Fonseca, por suposto homicídio culposo no atendimento de Kelvys no Hospital Abelardo Santos. Era uma acusação sujeita a exame judicial, e não uma condenação.
O acórdão do Tribunal de Justiça do Pará relata que Gisele realizou o atendimento inicial, solicitou exames, prescreveu medicamentos e determinou o encaminhamento ao setor de pacientes graves. Elis assumiu posteriormente e, segundo o mesmo documento, reiterou o encaminhamento urgente porque a transferência ainda não havia acontecido. O texto menciona também atendimento por uma terceira médica, Edna Maria, no setor de reanimação. O acórdão não identifica os horários e as razões do intervalo entre os pedidos de transferência.
Em 10 de dezembro de 2014, as Câmaras Criminais Reunidas do TJPA concederam, por maioria, habeas corpus para trancar a ação penal contra as duas médicas . Prevaleceu o entendimento de que não havia justa causa suficiente para o prosseguimento, pois não se demonstrou negligência ou nexo causal entre a conduta das duas profissionais e a morte. A Procuradoria de Justiça também se manifestou pela concessão da ordem. Houve voto inicial contrário ao trancamento, superado pelo voto divergente vencedor da desembargadora Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos.
Trancar uma ação penal por falta de justa causa não equivale a uma reconstrução médica completa de todos os fatos. Essa decisão se refere à responsabilização penal das profissionais denunciadas, não à alegação de que o menino falou ou recebeu água durante o velório . Não foi verificado nesta revisão se houve recurso posterior ou outro pronunciamento judicial que alterasse esse resultado.
Documento: TJPA — Habeas Corpus nº 2014.3.029217-2 — inteiro teor .
O que mudou desde a notícia original?
A primeira cobertura de junho de 2012 registrava relatos de familiares e dúvidas sobre a declaração de óbito. Em julho, a Polícia Civil anunciou que o menino já estava morto na noite de 1º de junho. Em 2013, o Ministério Público ofereceu denúncia por supostas falhas no primeiro atendimento, e em dezembro de 2014 o TJPA trancou a ação penal contra as duas médicas denunciadas. A reportagem em vídeo recuperada posteriormente ajuda a descrever os testemunhos com mais precisão, mas não substitui o laudo pericial.
É possível respeitar a família e aceitar a apuração?
Sim. A perda de uma criança é uma dor que não cabe em manchetes. Quem vive o luto pode se agarrar a qualquer sinal de esperança; isso merece acolhimento, jamais ridicularização. Ao mesmo tempo, respeitar uma família não exige transformar a sua interpretação dos acontecimentos em fato demonstrado.
Também é necessário evitar acusações de negligência médica sem provas suficientes. A investigação da declaração de óbito e a análise de eventuais responsabilidades devem ser tratadas por documentos, depoimentos e procedimentos adequados, não por suposições.
🧭 O que esta investigação nos permite concluir
Confirmado: Kelvys morreu, sua família relatou acontecimentos extraordinários durante o velório, a Polícia Civil investigou o caso e concluiu que a morte ocorreu no hospital em 1º de junho de 2012. Em 2014, o Tribunal de Justiça do Pará trancou a ação penal contra duas médicas denunciadas.
O que permanece incerto: permanecem incertezas sobre os sinais observados no velório. Não pudemos verificar o conteúdo integral do laudo de exumação, a documentação clínica do segundo atendimento ou a sequência exata dos sinais percebidos no velório. As testemunhas relataram suas experiências; a explicação objetiva desses episódios não pode ser reconstruída integralmente a partir das fontes reunidas.
Grau de segurança: alto grau de segurança quanto à existência das notícias históricas, da investigação e da decisão judicial documentada; não foi possível determinar clinicamente a natureza dos sinais relatados durante o velório com os registros disponíveis nesta revisão.
O que as evidências não autorizam afirmar: não há base documental suficiente para declarar que Kelvys ressuscitou ou que sua família agiu de má-fé. Também não podemos atribuir negligência comprovada às duas médicas cuja ação penal foi trancada. Nem a esperança da família nem a posição policial devem ser deturpadas para criar uma certeza que os documentos não sustentam.
Nosso compromisso é contar esta história com precisão, cuidado com quem sofre e humildade diante do que permanece sem resposta.
🙏 Reflexão final
Fé, luto e esperança — a lembrança da filha de Jairo
Há uma passagem das Escrituras que sempre me emociona: a história de Jairo, um pai que se lançou aos pés de Yausha (Jesus) e suplicou pela vida de sua filha.
A menina estava gravemente enferma. Jairo sabia que poderia perdê-la, mas também sabia a quem recorrer. Enquanto Yausha caminhava para sua casa, chegou a notícia que nenhum pai deseja receber: sua filha havia morrido.
Foi então que Yausha lhe disse: “Não temas, crê somente.” — Marcos 5:36
Imagino o peso daquelas palavras no coração daquele homem. De um lado, a notícia da morte; do outro, a presença daquele em quem havia depositado toda a sua esperança.
E as Escrituras nos contam que Yausha tomou a menina pela mão, ordenou que se levantasse, e ela se levantou e começou a andar (Marcos 5:41-42).
Que demonstração extraordinária do poder de Yauh! Que resposta ao amor e à fé de um pai!
Ao conhecer a história de Kelvys, é difícil não pensar em Jairo. Afinal, que pai, diante da possibilidade de ter seu filho novamente nos braços, não desejaria acreditar que um milagre estivesse acontecendo?
Nós, cristãos, cremos no poder de Yauh. Cremos nos milagres narrados nas Escrituras e sabemos que nossa fé não precisa se limitar àquilo que conseguimos explicar. Mas justamente porque levamos a fé a sério, precisamos ter cuidado para não transformar toda notícia extraordinária em uma manifestação comprovada do sobrenatural.
O apóstolo Paulo nos aconselha: “Examinai tudo. Retende o bem.” — 1 Tessalonicenses 5:21
E João também nos ensina a não acreditar indiscriminadamente em toda manifestação espiritual, mas a examiná-la com discernimento (1 João 4:1).
É com esse espírito que revisitamos a história de Kelvys.
Não estamos aqui para desmentir sua família, ridicularizar sua esperança ou colocar em dúvida a sinceridade daqueles que afirmam ter presenciado acontecimentos extraordinários durante o velório. A dor de perder uma criança merece respeito, acolhimento e compaixão.
Mas também não podemos afirmar que houve uma ressurreição quando as evidências disponíveis não permitem demonstrá-la.
Uma ressurreição não deve ser tratada como uma chama de vela que parece reacender por um instante e logo desaparece ao primeiro sopro do vento. Nas Escrituras, os milagres de ressurreição são apresentados como acontecimentos reais, com sinais reconhecíveis de vida restaurada. No caso de Kelvys, entretanto, não foi possível comprovar essa restauração, e sua morte foi novamente constatada por profissionais de saúde.
Por isso, escolhemos examinar esta história à luz da medicina, da investigação documental e também da experiência humana diante do luto. Procuramos compreender o que foi relatado, o que pôde ser verificado e aquilo que continua sem explicação suficiente.
Não precisamos negar os milagres para investigar os fatos. E não precisamos declarar um milagre para demonstrar fé.
Talvez a maior lição desta história não esteja em encontrar uma resposta espetacular para cada pergunta, mas em aprender a acolher a dor sem abandonar a verdade.
Porque a fé cristã não nos pede que fechemos os olhos diante da realidade. Ela nos convida a confiar em Yauh mesmo quando nossos olhos estão cheios de lágrimas.
E, enquanto aguardamos o cumprimento de suas promessas, que jamais nos faltem a compaixão para ouvir, a humildade para reconhecer o que não sabemos e o amor para caminhar ao lado daqueles que sofrem.
🔎 Leitura com Discernimento
Confirmado: O falecimento de Kelvys, a investigação policial com exumação do corpo, a conclusão apresentada pela Polícia Civil em julho de 2012 e o desdobramento judicial de 2014.
Testemunhos: Familiares e pessoas presentes ao velório relataram movimentos, um pedido de água e uma aparente deglutição. Esses depoimentos merecem respeito e consideração, sem ignorarmos que momentos de dor intensa, como a perda de uma criança, podem influenciar a maneira como acontecimentos são percebidos e interpretados.
Limite: Não foi possível comprovar que Kelvys tenha retornado à vida. Também não tivemos acesso ao laudo pericial integral nem aos prontuários do segundo atendimento médico, o que limita nossa compreensão de determinados aspectos do caso.
Responsabilidade: Não atribuímos fraude à família nem negligência comprovada às médicas contra as quais a ação penal foi trancada. Nosso compromisso é apresentar os acontecimentos com fidelidade, acolher os testemunhos com respeito e distinguir aquilo que sabemos daquilo que ainda permanece sem resposta.
📖 Versículo Vivo
“Chorai com os que choram.”
Romanos 12:15 — trecho da passagem, em formulação tradicional
Na orientação de Paulo à comunidade cristã, a solidariedade deve acompanhar a dor do próximo. Neste caso, isso significa não tratar o sofrimento da família como espetáculo, e sim responder com compaixão e verdade.
🎥 Para ver e ouvir — registros e depoimentos
O antigo vídeo do YouTube utilizado no artigo original deixou de estar disponível. Por isso, foi retirado o reprodutor indisponível. A reportagem histórica recuperada pelo editor foi examinada a partir do vídeo enviado e de sua transcrição; seus depoimentos foram preservados como testemunhos, não como comprovação clínica.
Vídeo compartilhado com depoimentos familiares — Instagram . Disponibilidade e origem da postagem devem ser conferidas no momento da publicação.
Relato posterior sobre a localização do posto — Instagram . Afirmação de proximidade ainda não confirmada documentalmente.
Cobertura jornalística sobre a divulgação do laudo — Globoplay .
Atenção: material jornalístico com relatos de luto e morte de criança.
📚 Fontes e referências
- Folha de S.Paulo — relatos de familiares, 06/06/2012 .
- Diário Online — exumação e expectativa da família, 25/06/2012 .
- Diário Online — conclusão do laudo de exumação, 25/07/2012 .
- Diário Online — resultado do inquérito policial, 27/07/2012 .
- Diário Online — posicionamento posterior do hospital, 14/08/2012 .
- G1 Pará — divulgação do inquérito, 27/07/2012 .
- TJPA — habeas corpus julgado em dezembro de 2014 (inteiro teor) .
- Reportagem em vídeo com depoimentos, compartilhada pelo editor .
Limitações: Não tivemos acesso ao laudo pericial integral, ao prontuário da unidade de saúde de Cotijuba ou à íntegra de todos os depoimentos do inquérito. A decisão judicial de 2014 foi analisada em seu inteiro teor disponibilizado pelo editor, mas recursos posteriores não foram verificados. A data original da postagem, os direitos das imagens e a disponibilidade atual das mídias exigem conferência humana.
Nota de transparência: Este texto revisita uma notícia histórica e distingue depoimentos de conclusões oficiais relatadas pela imprensa. Ferramentas digitais apoiaram a pesquisa e a preparação da minuta; a revisão editorial e a publicação dependem de confirmação e aprovação humana.

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